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Sumiu do mapa: o silêncio político de Ailton Florêncio em Lauro de Freitas

Trazido para a gestão municipal por Moema Gramacho em 2016, quando assumiu o comando da Secretaria de Administração, Ailton Florêncio se tornou um dos nomes mais influentes da política de Lauro de Freitas durante os oito anos em que ocupou o cargo. À época, chegou a ser cogitado como possível sucessor da então prefeita, mas acabou perdendo espaço para Rosalvo.

Nas eleições proporcionais, Florêncio foi um dos principais articuladores das vitórias de três vereadores — Wellington Negão, Beço Gente da Gente e Joélio Araújo —, atuando diretamente nas campanhas e garantindo apoio político e estrutural. O detalhe é que todos eles pertencem a partidos diferentes do de Florêncio, filiado ao PT, o que gerou desgaste interno e disputas entre candidaturas petistas no município.

Desde a derrota do grupo de Moema para Débora Regis, a ausência de Ailton tem sido notada nas comunidades, nos campos de várzea e até mesmo dentro do próprio partido. A distância tem reforçado a percepção de que seu envolvimento político estaria restrito ao período eleitoral.

Em 2022, Ailton coordenou as campanhas de Osni Cardoso (deputado estadual) e Joseildo Ramos (deputado federal), obtendo êxito em ambas as candidaturas. Agora, com a aproximação das eleições de 2026, cresce a expectativa sobre o retorno do ex-secretário ao cenário político local — especialmente após quase um ano sem aparições públicas ou movimentações notórias em Lauro de Freitas.

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