A Polícia Civil investiga fraudes digitais praticadas com fotografias de um médico do extremo sul da Bahia. O homem apontado como responsável teria combinado imagens reais e conteúdos gerados por inteligência artificial para conquistar a confiança das vítimas.
As negociações envolviam supostas vendas de produtos hospitalares, medicamentos e documentos médicos falsos. Durante a Operação DeepFake, agentes apreenderam um aparelho celular na residência ligada ao suspeito.
O homem, de 42 anos, ainda não foi localizado. As diligências continuam para mapear os golpes e reunir novas provas.










